Envio de Trabalhos

I CONGRESSO BRASILEIRO
DE SERVIÇO SOCIAL E CUIDADOS PALIATIVOS

Normas para envio de trabalhos – DATA LIMITE: 16/11/2021
Enviar para o e-mail abaixo com o assunto: ENVIO DE TRABALHO. 
Nessa primeira edição serão aceitos somente trabalhos no formato de RELATO DE EXPERIÊNCIA e ESTUDO DE CASO. 
Os trabalhos APROVADOS não serão apresentados, mas sim publicados nos ANAIS DO CONGRESSO que será lançado em 2022.  
Cada autor inscrito no congresso pode apresentar no máximo o total de 02 (dois) trabalhos. 
 
Atentem-se às regras abaixo:
RELATO DE EXPERIÊNCIA
 
  • Apresentação de uma reflexão sucinta sobre a atuação do assistente social em cuidados paliativos, focando na prática do próprio autor. O texto deve ser estruturado em: introdução, desenvolvimento e conclusão. (exemplo anexo I) 
  • Deve conter: instituição ou serviço do qual faz parte, autores, e-mail do autor principal, palavras-chave, principais ações e outras atividades que 
acreditar relevante. 
  • Tamanho: no mínimo 150 e no máximo 250 palavras.

ESTUDO DE CASO

  • Análise de um caso atendido em cuidados paliativos, podendo englobar toda a equipe de assistência.
  • Deve conter: instituição ou serviço do qual faz parte, autores, e-mail do autor principal e palavras-chave.
  • Otextodeveserestruturadoem:introdução,desenvolvimentoeconclusão.(exemploanexoII)
  • Tamanho: no mínimo 150 e no máximo 250 palavras.

O cuidado com a família no atendimento domiciliar: refletindo sobre a pediatria (Anexo I)

Autores: Maldonado TCP, Kagohara MY.  
Instituição: Hospital Municipal M’Boi Mirim.  
O processo de adoecimento crônico de um filho é vivenciado como um evento de grande desorganização psíquica, familiar e social. Os pais passam a conviver com as limitações e a necessidade de procedimentos clínicos no domicílio. O Programa Melhor em Casa é regulamentado para atender pacientes de média e alta complexidade, acompanhar o processo de desospitalização e promover a humanização nos cuidados. Este relato tem como objetivo compartilhar o atendimento domiciliar de pacientes pediátricos de alta complexidade, com sequelas neurológicas graves e permanentes, em uso de traqueostomia e Bipap. Os diagnósticos variam desde síndromes genéticas raras a sequelas de anoxia neonatal. O tempo de acompanhamento no Programa das famílias varia de seis meses a nove anos. Percebeu-se que, independentemente do tempo de inserção, o vínculo terapêutico se mostra uma ferramenta de cuidado essencial e o foco da equipe de saúde. A alta hospitalar e a retomada dos cuidados para o domicílio são vividas como uma experiência ambivalente: a alegria de voltar com o filho e o pesar pelas limitações, quadro clínico e sobrecarga nos cuidados. A insegurança, o medo e a ansiedade são sentimentos expressos pelos pais. Contudo, o recebimento de suporte e orientação em casa, a comunicação clara com os membros da equipe, os espaços para compartilhar dúvidas, fantasias, angústias foram observados como um fator protetivo para o enfrentamento dos pais, que elegem o Programa Melhor em Casa e os profissionais como uma base segura. Desta forma, discute-se sobre a importância da comunicação com a família e o vínculo de segurança como importantes ferramentas de trabalho para o atendimento domiciliar na pediatria.
Palavras-chave: Programa Melhor em Casa. Vínculo terapêutico. Cuidados 
emocionais.

Síndrome de Goldenhar: atuação multidisciplinar no atendimento domiciliar - relato de caso (Anexo II)

Autores: Sakamoto CM, Almeida KCA, Teixeira DM, Trindade SCN, Silva MF.
Instituição:Programa de Assistência Domiciliar (PAD) da Prefeitura Municipal 
de Barueri. 
Introdução: Descrita por Goldenhar em 1952, a displasia óculo-aurículo-vertebral, (síndrome de Goldenhar), é uma desordem do desenvolvimento rara, relacionada a fatores ambientais e defeitos genéticos ainda em investigação, que pode causar graves malformações em face, coluna e membros.. Descrição do caso: Após internação hospitalar ininterrupta desde o nascimento, a criança foi admitida pela equipe do PAD com 1 ano e 11 meses e diagnósticos de: hidrocefalia não hipertensiva, holoprosencefalia, epilepsia, refluxo vesicouretral congênito, micrognatia com fenda palatina e lábio leporino, insuficiência respiratória crônica, torcicolo congênito, malformação de orelha direita, malformação de membro superior direito (ausência de polegar), em uso de traqueostomia (TQT) com ventilação mecânica não invasiva (VMNI), gastrostomia e oxigenoterapia. Apresentava comportamento antissocial, hostil e não colaborativo. Há dois anos e seis meses recebe sessões terapêuticas e acompanhamento de fisioterapeuta, fonoaudióloga, assistente social, nutricionista, enfermagem e pediatra. Durante esse período, o paciente evoluiu com: melhora da sociabilidade, ganho de marcha independente (ainda que com déficit de equilíbrio), “desmame” do uso de VMNI e oxigenoterapia. Encontra-se em processo de oclusão de TQT e iniciou ingesta satisfatória de alimentos pela via oral. Conclusão: O estabelecimento de vínculos entre os familiares, os cuidadores e a equipe do PAD foi decisivo para a evolução global do paciente, uma vez que o ambiente familiar é o local de pertencimento da criança. A inserção dos profissionais de saúde nesse ambiente promoveu melhor aderência às atividades propostas, tendo como resultados os ganhos funcionais descritos.
Palavras-chave: Assistência domiciliar. Equipe multidisciplinar. Síndrome de 
Goldenhar. 

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